Ontem vivi o que me levou a construir crenças, que adotei;
Algumas delas me lançam à frente – Para o amanhã – e outras me trancam no presente que vira passado de imediato.
Troco a cada dia, como hoje, algumas delas porque continuo a viver;
Mas deixo para o ontem aquelas que me aprisionaram.
Hoje sei: “Só quem pode me libertar sou eu”.
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
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